Sammliz: do Madame Saatan à rave poética do Mamba

Acho que o ano era 2004 ou 2005 quando ouvi pela primeira vez uma banda que era batizada com a mesma alcunha de uma famosa personagem do gueto boêmio carioca, cuja notoriedade ganhou proporções nacionais com o filme de Karim AÏnouz (lançado em 2002). Essa banda que me cativou a atenção, na época, fora a Madame […]