A produção audiovisual está crescendo, isto é fato. Tanto que nossas produções já estão sendo escaladas para importantes festivais nacionais de cinema. Recentemente, o curta “Sêo Inácio e o Cinema Imaginário” foi um dos 15 curtas que participou do Festival de Gramado e foi bastante elogiado pela imprensa nacional. Para continuar crescendo, todavia, precisa de investimentos públicos e privados. E é neste ponto que reside o problema.

O final da manhã desta terça-feira (2) foi marcado por um protesto no qual produtores do audiovisual caminharam da Fundação Capitania das Artes (Funcarte), na Cidade Alta, até o Palácio Felipe Camarão, sede da Prefeitura do Natal, para pedir melhorias aos produtores de filmes de longa e curta-metragem na capital potiguar.

Este protesto batizado de “Claquetada Cultural” entregou ao secretário municipal de Cultura, Dácio Galvão, várias pautas de melhorias. A manifestação encerrou-se em frente à Prefeitura, aonde os participantes postaram cartazes pedindo mais respeito e valorização ao cinema potiguar.

Durante o ato, os manifestantes leram um documento contendo, de forma resumida, as reclamações e reivindicações. As pautas são: resolver as pendências da edição do Cine Natal 2013, pagamento do edital Cine Natal 2014 (que culminou no cancelamento do Festival Urbano Cine), melhor comunicação entre a Funcarte e a Controladoria do Município, criação de leis de incentivos, dentre outras coisas.

A ação foi organizada de forma autônoma por membros do Fórum Audiovisual, Fórum de Festivais do RN, Rede de Economia Criativa do RN e Associação Brasileira de Documentaristas e Curta-metragistas (ABDeC).

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