The Walking Dead ainda agrada depois de seis temporadas
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Depois da conturbada quinta temporada, The Walking Dead estreou seu sexto ano com tensão e muito drama em torno da nova comunidade em que chegaram: Alexandria. Rick (Andrew Lincoln) e seu grupo, já instalados e comandando a nova casa, estão desejando ampliar os muros que cercam a pequena cidade e recrutar mais gente.

Como de costume, a série é muita bem dividida em atos: solução do problema da temporada passada, apresentação de um problema ou um pico de clímax, esfriamento dos episódios, apresentação do novo problema e final. A sexta temporada trouxe algo relativamente diferente desta vez: o grande vilão da temporada vem sendo trabalhado desde o final da temporada anterior e no decorrer dos quinze episódios da mais recente, sendo apresentado, enfim, no episódio dezesseis. Finalmente, né?

A temporada, como sempre, veio realmente com tudo. Os três primeiros episódios são espetaculares, sendo o terceiro como o melhor da temporada, pois mostrou profundamente o personagem Morgan (Lennie James), abordando o que levou ele a se tornar o que é hoje. Personagens como Carol (Melissa McBride), Daryl (Norman Reedus), Glenn (Steven Yeun) e tantos outros também foram destacados e tiveram seus destinos traçados na série.

Morgan foi um dos pontos altos desta temporada.

Morgan foi um dos pontos altos desta temporada.

Negan (Joffrey Dean Morgan, que fez John Winchester em Supernatural), o grande vilão desta temporada, é cruel e implacável. Dono de um sorriso ameaçador e psicótico, Negan impõe respeito, sendo o grande ditador e comandante dos Salvadores (seu grupo). O personagem exerceu controle autoritário sob outras comunidade e utilizou até estratégias de guerra. Tudo isso faz de Negan o vilão que Rick realmente terá trabalho para derrotar.

Negan-Holds-Lucille-in-The-Walking-Dead-Season-6-Finale

A maquiagem, fotografia e ambientação de The Walking Dead ainda não decaíram. Destaca-se a maquiagem detalhada dos zumbis, cada vez mais real e o uso do CGI – imagens geradas por computador – tem diminuído bastante, tornando a composição dos personagens mais real, o que agrada mais o público.

Apesar de seus aspectos positivos, The Walking Dead também teve seus pontos baixos. Dedicar alguns episódios para personagens como Glenn, que só contribuiu apenas para deixar um suspense raso e sem clímax, foi um erro. Tropeço também foi a importância dada para Daryl, personagem com poucas falas, mas cujo desfecho foi apresentado apenas nos últimos minutos. Foi deprimente!

A sexta temporada tem aspectos positivos mas, comparada com as demais, ela é a mais fraca de todas por causa dos deslizes citados no parágrafo anterior. Mesmo assim, The Walking Dead ainda tem aquele sabor de quero mais nas seasons finale, e fica a curiosidade no ar de quem Lucille – como é chamado o bastão de Negan – acabou acertando e qual personagem terá o seus dias contados no apocalipse zumbi mais famoso da televisão.

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