Muitos falam da intensa relação entre mãe e filho, do amor incondicional, da superproteção, desse elo resistente a todos os nossos erros.  Mas eu me pergunto por que ainda temos até hoje a impressão de inferioridade sobre a relação pai e filho. O amor paterno é tão capaz quanto de ser incondicional, superprotetor, resistente. Fizemos uma seleção de 4 filmes que falam sobre esse estado que é ser pai, diante de todas as dificuldades e problemas, mesmo depois da morte.

Cena do filme italiano "A Vida é Bela", de Roberto Benigni

Cena do filme italiano “A Vida é Bela”, de Roberto Benigni

Aos pais – principalmente ao meu, que me ensinou a gostar de cinema sem se dar conta – e aos filhos, essa lista é pra vocês. E aproveitem o domingo para (re)ver algum dos títulos abaixo:

1. Tão forte e Tão Perto

Tão Forte e Tão Perto

Dirigido por Stephen Daldry, “Tão Forte e Tão Perto” (2012) conta a história da relação entre Oskar Schell (Thomas Horn) e seu pai, Thomas (Tom Hanks). Para ajudar seu filho, Thomas inventa um distrito que existia na cidade de Nova York, onde vivem. E a promessa é que Oscar deve encontrá-lo, mas para isso ele precisará perder a vergonha que tanto sente em falar com as pessoas nesse percurso. Thomas, que fatidicamente no dia 11 de setembro se encontrava no World Trade Center, é pego pela tragédia. E em promessa ao pai, seu filho embarca numa jornada de descobertas pessoais.

2. Gonzaga – De Pai pra Filho

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Dirigido por Breno Silveira, “Gonzaga – De Pai pra Filho” (2012) conta a história daquele que viria a ser conhecido como o rei do baião, Luiz Gonzaga (Nivaldo Expedito de Carvalho). Como todo retirante, fugindo da pobreza, Gonzaga migra para o Rio de Janeiro em busca de melhores condições de vida e de música. Lá, se apaixona por Odaléia (Nanda Costa), com quem tem um filho. Para manter as despesas da família, ele decide voltar para a estrada, mas o que não imaginava era que essa distância entre eles ao logo dos anos farias nascer uma angustiante relação entre os dois.

3. A Vida é Bela

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Dirigido por Roberto Benigni, “A Vida é Bela” (1999) é daqueles filmes que te arrancam lágrimas por mais insensível que você seja. E esse é um grande exemplo de amor incondicional entre pai e filho.  Após serem capturados por nazistas, Guido (Roberto Benigni) e seu filho são separados da esposa de Guido e levados para um campo de concentração. Para proteger seu filho do horror e da crueldade nestes tempos varridos, ele usa sua imaginação para fazer seu filho acreditar que tudo aquilo que eles estão vivendo não passa de um jogo.

4. O Rei Leão

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Essa é a pedida clássica para quem gosta de animações. “O Rei Leão” marcou uma geração e foi dirigida por Roger Allers e Rob Minkoff.  Mufasa (voz de James Earl Jones), o Rei, apresenta a todos seu herdeiro recém-nascido Simba (voz de Matthew Broderick). Mas o que ele não imaginava era que seu próprio irmão Scar (voz de Jeremy Irons) planejava usurpar o trono.

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