Às 17 horas desse belo domingo de maio, dia 25, acontecerá o show do Calibre 12, acompanhados de Guerra Urbana, Mala Core e Sertão Sangrento. O ingresso custará 15 reais, e o evento acontece no fim de tarde em Natal, no Centro Cultural Dosol, Ribeira. Não conhece todas as bandas? Aqui vai:

Calibre 12 sorridentes

Calibre 12

Calibre 12 – Com o álbum “Resistiremos até o fim” (2001), o Calibre 12 não só reafirmou seu lugar no underground paulista, como também conquistou seu espaço na cena nacional. A banda está em turnê pelo Nordeste e dessa vez, o foco está no álbum mais recente, “Hardcore Punk”. Um pouco do que vai rolar:

Guerra Urbana – Lá de Recife (PE), Guerra Urbana também está em turnê pelo Nordeste. A banda surgiu em 2007, e se estende do punk ao grindcore, que se misturam com os vocais feminino e masculino. Em 2012 eles lançaram seu primeiro CD, “Extermíno, ganância e poder”. Um pouco da banda:

Mala Core – Engrossando as fileiras de hardcore underground em Natal, o Mala Core surgiu em 2004,  sempre privilegiando o peso e rapidez que seu estilo pede, criando músicas diretas e objetivas, mas experimentando bastante nas composições. Eis aqui uma delas:

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Banner oficial de divulgação do evento

Sertão Sangrento – De Caicó (RN), o Sertão Sangrento é uma banda de Horror Punk/HC que surgiu em 2004. Como seu próprio estilo sugere, através de seu punk cru eles homenageiam as referências da cultura do terror, também celebradas em filmes, livros e outras bandas.  Abaixo, uma das minhas favoritas e logo a seguir, uma pequena entrevista com a banda:

O CHAPLIN – Como surgiu a ideia de fazer horror punk em Caicó?

Sertão Sangrento – Começou por diversão. Todos nós já gostávamos de Ramones, então nossa ideia era fazer punk, mas a temática do horror, mesmo já pendendo naturalmente pra esse lado, só veio aparecer depois que Gustavo Wart, um dos ex-integrantes, nos mostrou a letra de uma música que ele tinha feito, “Gosto de matar”; tanto que até hoje ele compõe pra nós. A partir daí, as coisas foram caminhando nessa direção e nos tornamos uma banda de horror punk, sem contar que foi uma maneira que encontramos de homenagear filmes de terror, outra coisa que gostamos muito.

O CHAPLIN – Como é ter uma banda de punk em uma cidade do interior?

Sertão Sangrento – É complicado, tivemos que criar nosso público em Caicó… Há o preconceito, mas também há pessoas que curtem, temos um público enorme, mas que não se concentra na nossa cidade, isso só foi se desenvolvendo aos poucos, aliás. Nós nos destacamos onde nossa temática é mais popular, como o Sul e Sudeste do país, mas temos público pelo Brasil todo, no Festival Dosol de 2013, um cara veio do Macapá para nos ver. Só agora, depois de dez anos é que podemos dizer que nas últimas vezes que tocamos, o público mais foda é o de Caicó! São irados, alucinados, cantam junto. Em todo lugar tem sido assim, mas aqui, na nossa terra, tem sido muito foda!

O CHAPLIN – O último trabalho de vocês foi o EP “Sertão Sangrento”, em 2009. Vem coisa nova por aí?

Sertão Sangrento – Temos dez letras novas, algumas rejeitadas pelos integrantes e outras que todos os quatro curtem. Estamos tentando gravar isso pra que assim que possível, saia.

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