Extra! Bardugo Leigh e o universo Grisha pra salvar suas férias!

Quem me conhece, sabe que eu adoro um livro de fantasia. Animais fantásticos, poderes mágicos, cenários surreais… sim, eu amo! E fazia um bom tempo que eu não descobria um universo novo. Já me apaixonei pelo universo de Shadow Hunters (cuja série eu já devorei completamente TODA), o universo de “A Rebelde do Deserto”, que eu até postei aqui que a Willow comprou os direitos e pode rolar um filme (ou vários), e agora o universo Grisha é meu mais novo queridinho. São muitas semelhanças com o que ouvimos e aprendemos da Russia do período dos Czares, no que se refere a clima, roupa, nomes e comportamentos. Mas o melhor é como a autora trata os seres com poderes mágicos! Me lembrou muito a trilogia do Mago Negro, onde a mágica é quase um estudo científico e “praticar” mágica é ser um cientista com um pequeno talento para acelerar processos químicos e físicos. Os Grishas de Bardugo Leigh são assim. São divididos em categorias e controlam fenômenos distintos (a pequena ciência), principalmente a luz e a escuridão.

Em suma, Alina e Maly são orfãos em um lugar chamado Keramazin, que cresceram juntos na mesma casa e foram mandados ao primeiro exército ainda jovens (Ravka, seu país, estava em guerra) e ali eles tiveram acesso aos poderosos Grishas (que formavam o “segundo exército”). Alguns incidentes levam Alina a se revelar uma Grisha com poder cobiçado, e a partir de aí, ela passa a viver no castelo dos Grishas, aprender mais sobre seu poder e, por fim, ver seu destino se desenrolar…

Não é minha intenção das nenhum spoiler aqui. Leila mesmo! Mas, meu conselho é: se envolva pela história, não pelo romance. A autora, ao meu ver, criou um roteiro romântico muito bagunçado no primeiro livro. Na primeira vez que tentei ler, uns 2 anos atrás, desisti por causa desse par romântico sem sal e sem sentido. Depois que resolvi ler APESAR do romance, o livro foi criando asas! Comecei a focar em outros personagens, na trama central e nos poderes Grisha. Ao final da trilogia, eu até admito que fiquei feliz com o final romântico. Principalmente porque Bardugo ouviu minhas orações e ampliou as possibilidades românticas nos livros 2 e 3.

Gostou da ideia? Já conhecia o livro? Me conta o que achou!