Gustavo, 10 anos e mestre em cidadania

É provável que você já tenha dito alguma vez na vida o quanto ler é importante e prazeroso, o hábito permite aprender como vivem outros povos e como são os seus costumes e suas tradições. Isso não é diferente com a produção literária africana, rica em escritores que discutem, fantasiam e reescrevem a história de seus países.

Levar livros afros para a sala de aula é respeitar a Lei 10.639/03, que inclui o ensino da História e Cultura Africana no currículo das escolas públicas brasileiras. Por meio das Orientações e Ações para a Educação das relações étnico-raciais, o Ministério da Educação propõe que o estímulo a valores como diversidade e apreciação da cultura negra.

Aluno do CEU Vila Curuçá, em São Paulo, Gustavo Gomes Silva dos Santos, conheceu a equipe da Rede TVT durante uma reportagem sobre as atividades do “Leituraço”, atividade desenvolvida pela prefeitura de São Paulo para incentivar a leitura de contos africanos e afro brasileiros.

Assista o que ele tem a dizer sobre a importância da ação no combate diário ao racismo:

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