Patch Adams – O amor é contagioso

Feito pelo brilhante diretor Tom Shadyac e protagonizado por Robin Williams, foi um filme que me fez derramar lágrimas, mas não sem um sorriso sincero logo após. Um filme que não é possível escrever sobre sem se perder nas cenas mais marcantes, e nos obriga a no mínimo, nos esforçar para que o que está escrito faça jus a Patch Adams – O amor contagia.

Hunter Adams é um homem que chega ao estado mais crítico da depressão, a tentativa de suicídio. Com isso, ele reconhece que precisa de ajuda e se interna voluntariamente num hospício, na tentativa de se livrar da doença e encontrar um meio de se enquadrar na sociedade, porém, acaba ganhando muito mais que isso: Uma paixão por um ato. Patch ajuda um colega de quarto a superar seu medo de esquilos que ele via por toda parte e o impedia de fazer qualquer coisa, e acaba descobrindo que essa é a sua vocação, ajudar aos outros. A partir desse momento, sonha em ser médico. O filme já nos mostra uma lição importante, pois o personagem está na casa dos 40 anos e mesmo assim não se incomodou por conviver num ambiente onde havia pessoas mais novas, que era a escola de medicina. Eu paro e fico pensando como seria o mundo se todas as pessoas tivessem a mesma paixão que Patch pelo que faz. É uma profissão que exige uma dose de sacrifico, esforço, paciência e seriedade, mas o personagem não se adequava a esse último padrão, ao contrário, ele contestava isso a plenos pulmões, pois achava que dessa maneira, a medicina era uma profissão muito maquinal. Baseado em fatos reais, é um filme que nos leva a pensar pelo que somos apaixonados. Qual a sua fantasia?